sábado, 14 de dezembro de 2013

"QUE REI SOU EU?"



NA CONTRAMÃO DA REALIDADE




Em tempos bicudos para a maioria das prefeituras do Estado, sobretudo as do interior, que são as que mais sofrem com a queda da receita do repasse do ICMS e do FUNDAP, exemplos de preocupação com a administração pública começam a surgir. Em Aracruz e Itaguaçu, as Câmaras de Vereadores devolveram aos cofres municipais R$ 4 milhões e R$ 500 mil, respectivamente. 

Em Baixo Guandu, em setembro, bem que a maioria dos vereadores tentou fazer voltar à administração municipal cerca de R$ 200 mil, mas o presidente da Casa, que não apoia a atual gestão municipal, vetou a iniciativa, alegando não querer “colocar em risco as finanças” do Legislativo. Numa sessão tumultuada, onde nem mesmo a pressão popular conseguiu fazer com que ele mudasse de ideia, o projeto acabou sendo arquivado. 

Na contramão dos acontecimentos, o presidente do Legislativo parece ignorar a situação financeira calamitosa por que passa a Prefeitura de Baixo Guandu, fruto também da estratosférica dívida de R$ 26 milhões herdada da administração anterior. Isolado politicamente por causa de sua insensibilidade para com os problemas do município, o presidente da Câmara de Vereadores guanduense parece também ter sido picado pela “mosca azul”, deixando que a vaidade e a soberba tomassem conta de sua relação com os demais vereadores da Casa.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

O JORNAL O GUANDUENSE ERROU...

... SEGUNDO A VIGILÂNCIA AMBIENTAL DE BAIXO GUANDU

A eutanásia é feita pela Vigilância Ambiental.


Na edição de setembro do jornal O Guanduense (AQUI), na matéria da página seis “Leishmaniose quase faz vítima fatal em Baixo Guandu”, o jornal diz que “... o outro (em referência a um dos cães) teve de ser sacrificado pela Vigilância Sanitária”.
Segundo o coordenador da Vigilância Ambiental em Baixo Guandu, Alzemar de Carvalho, o termo correto, usado para definir a eliminação de animais, é “eutanásia”, não sacrifício. Além disso, ainda segundo o coordenador, o método é indolor e o órgão responsável pela eutanásia não é a Vigilância Sanitária, mas a Vigilância Ambiental.


quarta-feira, 18 de setembro de 2013

quarta-feira, 24 de julho de 2013

ENTREVISTA - DESIRÉE VARGAS


"SUPERAMOS AS NOSSAS EXPECTATIVAS AO ENTREGAR
45 PRÓTESES DENTÁRIAS NO PRIMEIRO MÊS DO PROGRAMA"


Desirée Vargas está à frente da Coordenação Municipal da Saúde Dentária.

Ela trabalha há oito anos na prefeitura de Baixo Guandu, onde até pouco tempo era uma dos 10 profissionais da odontologia que atuavam no Programa de Saúde da Família (PSF) do município. Desirée Vargas, desde janeiro último, assumiu a Coordenação Municipal da Saúde Bucal de Baixo Guandu com vários desafios pela frente, um deles, ajudar o prefeito Neto Barros a oferecer aos menos favorecidos o direito de voltar a sorrir sem passar pelo constrangimento de esconder a boca por não ter os dentes sadios ou mesmo por não ter mais dentes, fornecendo próteses através Consórcio Intermunicipal de Saúde, o CIM Noroeste. Nesta pequena entrevista, a cirurgiã-dentista, formada pela Faculdade de Odontologia de Campos (RJ), com pós-graduação em Saúde da Família pela FAESA (Vitória) e especialização em Atenção Primária no UNESC (Colatina), além do novo programa, Desirée Vargas fala da postura adotada pela nova administração municipal com relação à saúde bucal dos guanduenses.
O Guanduense – Em se tratando de um setor tão delicado, como é o da saúde, o que foi que o prefeito Neto Barros pediu à senhora de imediato para melhorar o setor?
Desirée Vargas – Na verdade, foi o prefeito quem me deu a liberdade de pedir o que fosse necessário, para que a saúde bucal do município passasse a oferecer um atendimento de qualidade à população.
O Guanduense – E o que a senhora pediu?
Desirée Vargas – Comecei pedindo a contratação de uma empresa de manutenção dos equipamentos odontológicos, o que, aliás, nunca teve em Baixo Guandu, pelo menos que tivesse funcionado efetivamente. Os nossos equipamentos estavam fora de uso por falta de manutenção, e os que foram pedidos também iriam pelo mesmo caminho se a empresa não fosse contratada. Foram quase dois anos sem qualquer tipo de manutenção, o que acarretou o sucateamento de nove dos doze consultórios; hoje já estamos com 10 funcionando normalmente. Um diferencial importante é que, apesar de a empresa que presta a manutenção ser de Vitória, a técnica é moradora de Baixo Guandu, o que facilita em muito a manutenção dos equipamentos.

Idosa do Asilo Lar da Velhice foi uma dos 17 internos a colocar prótese dentária.

O Guanduense – Como é executado o trabalho de assistência odontológica à população?
Desirée Vargas – Os dentistas que atendem pelo Programa de Saúde da Família (PSF), nos consultórios da prefeitura, fazem a atenção básica como  extração,  profilaxia e restauração. Além disso, fazem a promoção e prevenção de saúde bucal nas escolas e creches.
O Guanduense – Como está funcionando o programa de prótese dentária em Baixo Guandu.
Desirée Vargas – A pleno vapor. Superamos as nossas expectativas ao entregar 45 próteses dentárias no primeiro mês do programa; chegaremos a 70 ou mais até o final de julho. E o programa pretende chegar a 150 próteses dentárias até o final do ano, lembrando que a intenção é beneficiar aqueles que realmente não tem condições de pagar por este tipo de tratamento, isto é, aos pacientes carentes.
O Guanduense – Quais foram os beneficiados, inicialmente?

Desirée Vargas – Os idosos do Asilo Lar da Velhice. Até por uma questão humanitária, resolvemos começar por lá. Foram 17 internos que voltaram a ter qualidade de vida, podendo voltar a mastigar normalmente e a sorrir sem constrangimentos.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

ÔNIBUS ZERINHO, ZERINHO...

SAÚDE, BAIXO GUANDU.



O dia 27 deixou a feira-livre municipal, que acontece todas as quintas-feiras em Baixo Guandu, mais movimentada do que o de costume. Isso tudo, porque a população, além de ir à Praça São Pedro para a feira, foi convidada a participar da solenidade de entrega do primeiro ônibus comprado com recurso do município.
O evento contou com a presença do prefeito Neto Barros, vereadores e secretários municipais, além da população que marcou presença e apresentação da Banda Municipal Lira Guanduense. É a primeira vez que a Prefeitura adquire um veículo para transportar os pacientes da cidade. “É uma conquista para o município, agora os pacientes que necessitam fazer tratamentos específicos na Grande Vitória terão mais comodidade”, disse Neto Barros.
A compra do veículo é uma verdadeira conquista para a atual administração. O ônibus estava entre um dos primeiros compromissos assumidos no início do ano. E em apenas seis meses a compra foi realizada. A Secretária Municipal de Saúde Sônia Grassi comemorou e disse que o ônibus já começa a ser utilizado a partir da próxima segunda-feira, 1º de julho.
Para Guanair Gomes de Oliveira, que está nesse trajeto Baixo Guandu x Vitória para tratamento há oito anos, o ônibus é uma ótima aquisição. “Fico feliz com a compra do ônibus. Agora teremos mais conforto no transporte até Vitória”, disse Guanair que recebeu simbolicamente a chave do ônibus representando todos os pacientes.

O ônibus que custou R$ 215.000,00 (Duzentos e Quinze Mil Reais), possui 33 lugares, tem ar condicionado e contará com acompanhamento de Técnico em Enfermagem em todas as viagens, além de lanche para os pacientes. “É humanização para os cidadãos que dependem de tratamento fora do da cidade”, encerrou o prefeito.

Texto: Assessoria de Comunicação – PMBG
Elaine Zambon