quinta-feira, 23 de agosto de 2012

É DO POVO, TÁ COM NETO BARROS!

CAMINHADA NO BAIRRO MAUÁ ENTUSIASMA PELA 
RECEPÇÃO E CARINHO DOS MORADORES

Neto Barros junto a um grupo de candidatos a vereador da coligação "É do povo, tá com a gente".  Deixar o passado para trás e fazer do Guandu uma 
terra digna e decente para todos os guanduenses de bem.

Ontem 22, a caminhada do candidato a prefeito de Baixo Guandu, Neto Barros (PCdoB) e do seu vice, Eloy Avelino, no Mauá, foi recebida com muito entusiasmo pelos moradores do bairro. Acompanhado por boa parte dos 88 candidatos* a vereador que formam a coligação “É do povo, tá com a gente!”, Neto, como vem fazendo há muito tempo, trocou idéias com os eleitores sobre a situação de atraso econômico, financeiro, social e moral em que o Guandu se encontra, lembrando que a hora da mudança está próxima.
Por outro lado, os candidatos à Câmara Municipal tiveram a oportunidade de entregar material de campanha aos moradores e explicar suas plataformas de ação naquela Casa legislativa a partir de janeiro de 2013.

*Nestas eleições, em todo o Espírito Santo, o candidato a prefeito que mais arregimentou candidatos a vereador foi Neto Barros, superando, inclusive, candidatos dos municípios da Grande Vitória.


Veja as fotos-legendas da caminhada: 





Neto Barros com uma moradora e o vice, Eloy Avelino.

Olhos nos olhos do eleitor: seriedade e compromisso com  o futuro de Baixo Guandu.

Conversa e troca de ideias com o eleitor: respeito aos anseios populares.

Neto Barros: carinho e projetos para a Melhor Idade.

De porta em porta, o candidato do PCdoB ouvia os moradores.

Candidatos a vereador acompanharam Neto e Eloy na caminhada do Mauá.

Parte do grupo de vereadores na caminhada.

União dos candidatos em torno de uma causa maior:
transformar o Guandu em um lugar  melhor para todos os guanduenses.
Neto saúda e é saudado por moradores do Mauá.

Candidatos a vereador aproveitaram a caminhada para fazer o corpo a corpo com o eleitor.

Neto aponta para o nome da confecção de um micro empresário do Mauá:
autoestima  é o que os guanduenses voltarão ter a partir de janeiro de 2013.

O eleitor está confiante na vitória da coligação "É do povo, tá com a gente!"

O apoio ao projeto de Neto Barros para o Guandu é percebido em todos os lugares.

Populares do Mauá ouvem atentamente as propostas de Neto Barros.
Nem tudo é o que parece: Neto é ouvido atentamente por uma moradora sobre a diferença de propostas e intenções entre os dois postulantes ao cargo de prefeito. 


Para a juventude, projetos que trarão o orgulho de ser guanduense de volta.

Morador do Mauá feliz com a perspectiva de melhorias para o município do Guandu.

Servidora da Escola Léa Holz cumprimenta Neto com a
certeza de dias melhores para a Educação  a partir de 2013.

Os idosos terão uma atenção especial no futuro governo de Neto Barros.
Moradora cumprimenta Neto e Eloy na certeza de um futuro melhor para ela e sua família.

Na visita de Neto Barros ao bairro Mauá, as crianças do
Ensino Fundamental felizes com  a volta de melhores condições de estudo a partir de 2013.

Neto cumprimenta servidores da Escola Léa Holz: é grande
a expectativa pela volta da valorização profissional.

Candidatos a vereador junto a moradores do Mauá (1)

Candidatos a vereador junto a moradores do Mauá (2)

Morador do Mauá: apoio explícito à campanha de Neto Barros.

Servidora da Léa Holz fez questão de cumprimentar Neto e Eloy.

Neto Barros contempla em seu programa de governo
 um tratamento especial para  o futuro do Guandu.
Simpatia e cordialidade na recepção à comitiva de Neto Barros no Mauá.

Em cada bairro, cada rua, cada casa, um trabalho de conscientização política.


Veja mais fotos da caminha no bairro Mauá:
























MATERIAL DE CAMPANHA E ORIENTAÇÃO AOS CANDIDATOS A VEREADOR

Neto orienta os candidatos a vereador no uso do material de campanha.

Às 18 horas, no salão de festas de um shopping center no centro da cidade, Neto Barros recebeu todos os presidentes e candidatos a vereador dos partidos que compõem a coligação, para um bate-papo sobre os rumos da campanha e também para a distribuição de material panfletário a cada um deles. Neto lembrou aos presentes que o material de campanha deve ser usado com o melhor aproveitamento possível, já que os recursos de campanha são escassos. “Os santinhos devem ser entregues a cada um dos eleitores acompanhados de uma conversa franca e produtiva sobre o futuro do nosso município”, orientou o presidente do PCdoB guanduense.

Cada candidato recebeu o seu pacote com santinhos.



quinta-feira, 16 de agosto de 2012

CÂMARA E PREFEITURA. TAL E QUAL

PREFEITO DE BAIXO GUANDU, LASTÊNIO CARDOSO, 
CADA VEZ MAIS ENROLADO COM A JUSTIÇA.

PARA QUEM NÃO CONSEGUE VER FANTASMAS, MAS 
QUER SABER SOBRE ELES, CLIQUE PORTAL GUANDU





quinta-feira, 9 de agosto de 2012

FUNCIONÁRIOS FANTASMAS



PRESIDENTE DA CÂMARA DE VEREADORES DE BAIXO GUANDU, 
JUSCELINO HENCK, CADA VEZ MAIS ENROLADO COM A JUSTIÇA




Leia na página 9 do

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

ENTREVISTA ESPECIAL

ELOY AVELINO
“É preciso que o eleitor fique atento à questão da governabilidade, votando em candidatos que irão apoiar o futuro prefeito.”



um dos segredos guardados a sete chaves na pré-campanha de Neto Barros a prefeito de Baixo Guandu dizia respeito ao nome do seu vice na coligação do PCdoB com os partidos que o apóiam. Como era de se esperar, alguns nomes vinham sendo cogitados antes do registro final das chapas que estão concorrendo ao pleito municipal deste ano, todos com perfil adequado ao cargo, mas, cada um deles, com potencial importância estratégica em outras funções onde deverão ser mais úteis à próxima administração municipal, caso Neto Barros saia vitorioso da disputa eleitoral, que já começou para valer.
No “apagar das luzes”, o nome escolhido pelo candidato foi o do empresário guanduense Eloy Avelino, 45 anos, técnico agrícola e graduado em gestão ambiental, casado com Flaviana Avelino e pai de um casal de filhos, amigo de infância de Neto e, também por isto, homem de inteira confiança na tarefa conjunta de garantir as mudanças necessárias para que o Guandu trilhe por um caminho bem diferente, em todos os sentidos, a partir de janeiro de 2013.
Nesta entrevista, Eloy fala, dentre outras coisas, da sua trajetória bem-sucedida como empresário da construção civil, da intenção de não ser apenas um “quadro figurativo” na próxima administração municipal e da necessidade “para lá de urgente” de resgatar a dignidade do guanduense – principalmente a do menos favorecido –, lutando pela volta do pleno exercício dos direitos fundamentais daqueles seus conterrâneos que ainda estão à margem das decisões políticas, econômicas e cidadãs de Baixo Guandu.
O Guanduense – O senhor é nascido e criado em Baixo Guandu. Como foi sua trajetória até chegar a ser um bem-sucedido empresário da construção civil?
Eloy Avelino – Em 1986, com o afastamento de meu pai da empresa, assumi os negócios da família, posição que ocupo até hoje. Mas, antes, já vinha me preparando para assumir essa responsabilidade.
O Guanduense – E sua incursão na política, como se deu?
Eloy Avelino – Eu sempre estive ao lado do Neto, chegando a ser candidato, não eleito, a vereador, para ajudar a elegê-lo também à Câmara Municipal, o que acabamos conseguindo, em 2000. E agora estamos juntos de novo nessa nova luta.
O Guanduense – O fato de o senhor ser ligado ao esporte influenciou nas questões políticas?
Eloy Avelino – Fui campeão várias vezes em algumas modalidades amadoras, como futebol de campo, voleibol... Gostava de organizar e participar de competições esportivas.
O Guanduense – Isso o tornou mais popular, imagina-se.
Eloy Avelino – Sim, e acabei sofrendo até perseguições políticas por isso, o que, aliás, é uma característica no Guandu: os que pretendem fazer alguma coisa em favor do município, seja no esporte, na cultura, no lazer, enfim, naquilo em que a cidade possa progredir, acabam sofrendo perseguições por parte daqueles que não se interessam – sabe-se lá por que – pelo progresso de Baixo Guandu.
O Guanduense – Umas das citações mais recorrentes entre a população do Guandu é a de que estas eleições já estariam definidas em favor do Neto Barros. O senhor comunga dessa opinião?
Eloy Avelino – De maneira alguma. Uma coisa é a reação da população à péssima administração que o Guandu vem experimentando há quase oito anos; outra é a resposta nas urnas. Temos visto multidões acompanhando as reuniões de bairro do PCdoB e partidos aliados. Nas ruas, nossa candidatura é defendida aos quatro cantos, sem falar na demonstração popular de rejeição à atual administração e ao seu mandatário.
O Guanduense – Mas tudo isso só reforça essa tese popular do “já ganhou”, não?
Eloy Avelino – Nós não devemos subestimar nossos adversários, que já deram e continuam dando mostras de que os fins justificam os meios para conseguirem se perpetuar no poder. Agora mesmo, a imprensa já fala em candidato com milhares de reais em casa, para gastar na campanha; lotes estão sendo distribuídos irresponsavelmente pela prefeitura, sem um mínimo de infraestrutura para construção das casas; há denúncias de comícios do candidato da situação com a participação de conjuntos musicais e de doações irregulares de diversos materiais, o que é expressamente proibido pela legislação eleitoral.
O Guanduense – Em se provando esse comportamento não seria a primeira vez que o candidato do PSB  estaria envolvido em irregularidades desse tipo...
Eloy Avelino – Sim, só que, agora, como candidato, porque, como juiz, ele já foi punido pelo Tribunal Eleitoral pelas irregularidades cometidas nas eleições de 2010.
O Guanduense – Como o senhor analisa a campanha do PCdoB junto aos partidos a ele coligados nestas eleições?
Eloy Avelino – Campanha que na verdade começou há dez anos, quando Neto Barros passou a se reunir rotineiramente com as comunidades do Guandu, fazendo um trabalho de conscientização, debatendo os problemas do município, ouvindo a população nas suas pequenas, médias e grandes aspirações coletivas. O povo comprou essa idéia e os partidos, naturalmente, foram se enquadrando nesse modelo participativo e se aliando à causa.
O Guanduense – Como será, na prática, sua participação como vice-prefeito numa possível administração Neto Barros?
Eloy Avelino – Com toda certeza não serei um quadro figurativo. Estarei junto às comunidades sempre que o Neto precisar ser representado e não puder estar presente naquele momento. O trabalho que citei na sua pergunta anterior vai ter continuidade independentemente de qual for o resultado dessas eleições.
O Guanduense – Até que ponto a tentativa de compra de votos, por parte do grupo adversário, o preocupa?
Eloy Avelino – Nós já fomos vitimas dessa prática inescrupulosa, quando esse mesmo grupo que aí está, apoiando o nosso adversário, derramou milhares de reais nas eleições de 2004, 2006 e 2008. Em 2010, a tática da compra de voto já não funcionou. Prova disso é que Neto Barros ganhou em todas as urnas do município para deputado estadual. Hoje, tudo mudou. As pessoas de bem, os jovens, os trabalhadores, as donas de casa, os homens e mulheres da terceira idade, têm outra visão de futuro para Baixo Guandu e não caem mais nessa cilada de compra de votos. Todos agora estão conscientizados de que o nosso município não pode mais ser administrado por um grupo de aventureiros.
 O Guanduense – Gostaria de saber sua opinião sobre outro tema importante nestas eleições, que é a necessidade de o prefeito eleito ter a maioria dos vereadores afinados com a administração municipal, sob pena de fracassar pelo entrave político-ideológico que poderá inviabilizar boa parte dos projetos traçados para a governança.
Eloy Avelino – Quando se fala que a eleição já está decidida, é bom que se preste atenção nesse problema. Sem a maioria na Câmara, nenhum prefeito tem condições de governar com tranqüilidade, tendo a maioria dos vereadores emperrando e rejeitando projetos de interesse da população. É preciso que o eleitor fique atento à questão da governabilidade, votando em candidatos que irão apoiar o futuro prefeito.
O Guanduense – Para terminar: elaborar ou copiar?
Eloy Avelino – (risos) Você deve estar se referindo ao programa de governo do nosso adversário. Nós não só elaboramos o nosso plano de governo, como o fizemos participativamente, com a experiência de vários anos ouvindo e debatendo com a comunidade as prioridades e principais metas de desenvolvimento para Baixo Guandu. Plano de governo é coisa séria.